A Fé Que Acostumou A Falhar

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Categoria :
Espetáculos Adultos
Data:
Quinta, 22 de Abril de 2021 20:00
Grupo
Núcleo Arcênico de Criações
Pais
Brasil
Estado / Cidade
São Paulo / São José do Rio Preto
Idade Recomendada
16 Anos

O Núcleo Arcênico de Criações propõe, neste novo trabalho, investigar os caminhos que a palavra “fé” nos abre. Desde seu espectro renovador de alento e resiliência, até as trincheiras do extremismo e da violência contra as divergências e as minorias. Desta forma, falar de fé mostrou-se uma berlinda contemporânea. Afinal entre a inércia pacífica e o combate ao extremismo violento, a medida é incerta.

A Fé que Acostumou a Falhar é o 4o espetáculo do Núcleo Arcênico de Criações. Assim como o primeiro espetáculo “Cana.ã” (2012), é dirigido por Alexandre Manchini Jr., fundador do Núcleo. Porém a parceria com Jorge Vermelho - que dirigiu QUERO SER PRETO - e Roger Valença - que dirigiu Coágula - continua: Jorge assina a Cenografia e Assessoria de Direção e Roger assina a sonoplastia neste espetáculo. Além desta parceria, o trabalho conta com o olhar e propostas coreográficas de Luiz Fernando Bongiovanni, coreógrafo paulistano que possui um trabalho reconhecido no país e no exterior. E que já havia assessorado coreograficamente o trabalho QUERO SER PRETO. A Fé que Acostumou a Falhar é um espetáculo de dança-teatro (linguagem que o núcleo pesquisa desde 2012) que se propõe a provocar e questionar mais do que responder qualquer pergunta a respeito da “Fé”. Nós, do Núcleo, nos debruçamos sobre nossas próprias experiências relacionadas a fé, num exercício de expor e tratar da nossa fé e não da fé do outro. Neste sentido chegamos à uma dicotomia central que é: a “fé que nos salva” (que nos dá respaldo e energia para seguir em frente e perseverar e nem sempre é de natureza religiosa) e a “fé que nos mata” (este levante que, em sua maioria mistura doutrina religiosa e doutrina política eleitoral e que tem promovido uma crescente onda de violência no país e no mundo). A partir destes embates e atritos, os três intérpretes (Alexandre Manchini Jr, Malu Oliveira e Vinícius Francês), sobre uma arena feita de tijolos (1.800 tijolos pó de mico) desenvolvem cenas e coreografias que transitam desde a castração e padronização imposta aos corpos, até sua libertação. Pois quando se trata desse mercado de doutrinas, é essencial libertar-se.

 
 

Todas as Datas:

  • Quinta, 22 de Abril de 2021 20:00

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