Em poucos instantes vai começar a programação da TV Anhanguá, o primeiro canal de televisão do Brasil. Depois de meses de ensaio os atores, músicos e técnicos estão preparados para tudo.... Ou quase tudo. O espetáculo aborda com muito humor, informações e lendas do dia da estreia da televisão brasileira com referências a programas e personalidades da tevê do Brasil na atualidade. Tendo como pano de fundo os aspectos históricos do surgimento da televisão no país e como o improviso supria, muitas vezes, a falta de tecnologia, o espetáculo aborda questões relevantes da atualidade, e propõe uma reflexão sobre a manipulação dos veículos de comunicação.

O Antropofocus é um grupo de teatro que pesquisa a comédia e suas múltiplas linguagens de encenação há 20 anos, e tem sua sede localizada em Curitiba / PR. Em sua trajetória, o grupo registra a criação de 14 espetáculos teatrais, e 04 deles se mantém em repertório, além de participações em importantes festivais de teatro do Brasil e também fora dele. O espetáculo NO DIA SEGUINTE estreou em comemoração aos 15 anos de existência. O grupo havia desenvolvido espetáculos com dramaturgia cômica e outros de improvisação. Entretanto, faltava criar um projeto que unisse, de maneira mais homogênea, as duas linguagens. No Dia Seguinte: A Quase História da tevê Brasileira narra a fictícia estreia da tevê brasileira, onde a plateia torna-se o auditório de uma programação ao vivo, de 1950. Ao longo do ato inicial, todos acompanham os bastidores da tevê e a sua programação variada: seriado enlatado americano, propagandas, telejornal e telenovela. O público acompanha tudo no palco e nos aparelhos de tevê que compõe o cenário, que recebem transmissão ao vivo - assim, podem distinguir o que é transmitido e acompanhar o processo do que realmente acontece no estúdio, propiciando uma sátira aos bastidores da TV. Ao final do dia de estreia, toda a equipe é surpreendida pelo fato de que será necessário fazer tudo outra vez NO DIA SEGUINTE, pois os programas não poderão ser reprisados e a equipe não programou essa continuidade. A partir deste ponto, a equipe do estúdio repetirá os programas do dia anterior só que desta vez serão improvisados, tomando como base uma entrevista realizada com uma pessoa do público. Essa entrevista fará parte de um talk show, que marcará o início do Dia Seguinte da TV Anhanguá (Emissora fictícia).

Neste espetáculo a Cia de Teatro São Genésio conta a história de uma Cigarra cantora: artista que canta e encanta a todos é muito carismática e vive para a música. Outra personagem a formiga operária vive em função de garantir sua sobrevivência futura, não tem glamour e não se preocupa com a vida social. Ela trabalha feliz e nem percebe que sua alegria em trabalhar é justamente por conta das músicas que ouve diariamente executadas pela dupla Cigarra e Louva Deus. Todos levam suas vidas separadamente, cada uma com suas convicções e ilusões, até que seus destinos se cruzam quando percebem que suas rotinas estão sendo alteradas devido a falta de água no jardim em que vivem. A Formiga acusa a Cigarra de ser fútil, preguiçosa e esbanjadora de água. A Cigarra critica a Formiga, achando seu trabalho desnecessário. Depois de muita discussão, trapalhadas e brincadeira, todos percebem a importância e necessidade do trabalho operário e artístico.

 “A história da Cigarra e a Formiga”

Peça infantil, musicada, onde o texto e as músicas, compostas exclusivamente para a peça, contam a história do encontro entre uma Formiga operária e uma dupla de insetos artistas: uma Cigarra e um Grilo (que pensa que é um Louva Deus). O conflito se dá pelas diferenças existentes entre as personagens e se inicia com uma questão: cantar é profissão ou não?

Na história inspirada em “A Cigarra cantora e a Formiga operária” de La Fontaine, se mantém as duas personagens originalmente criadas e surge a terceira personagem “O Grilo” – músico profissional que com seu violão toca todas as músicas da peça ao vivo.

 O espetáculo tem início com a trupe dos contadores e cantadores de histórias que viajam levando as histórias por toda parte.  Com muito humor a trupe se apresenta e ao iniciar a narração da história vão se transformando por meio da composição das personagens que cada um irá interpretar.

Após esta breve abertura, coloca-se o público no contexto da história, onde existe uma Cigarra cantora: uma artista que canta e encanta a todos é muito carismática e vive para a música. Outra personagem a formiga operária vive em função de garantir sua sobrevivência futura, não tem glamour e não se preocupa com a vida social. Ela trabalha feliz e nem percebe que sua alegria em trabalhar é justamente por conta das músicas que ouve diariamente executadas pela dupla Cigarra e Louva Deus.

Todos levam suas vidas separadamente, cada uma com suas convicções e ilusões, até que seus destinos se cruzam quando percebem que suas rotinas estão sendo alteradas devido a falta de água no jardim em que vivem. A Formiga acusa a Cigarra de ser fútil, preguiçosa e esbanjadora de água. A Cigarra critica a Formiga, achando seu trabalho desnecessário.

 

Depois de muita discussão, trapalhadas e brincadeira, todos percebem a importância e necessidade do trabalho operário e artístico.

Nesta montagem a Cia conta com a direção da atriz e pedagoga Rita Oliveira, que há vinte anos atua em espetáculos direcionados ao público infantil, é brinquedista e pós graduada em educação infantil, pela Esab. 

As músicas criadas exclusivamente para a peça são de Giliard Sartori, músico que já compôs trilhas para vários espetáculos infantis e dois curtas metragens.

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