Espetáculos Infantis - Terça, 16 Março 2021 16:09

Zapato busca sapato

Nossa história começa com o despertar de um pequeno sapato e o reconhecimento de ser diferente já que nasceu sozinho em sua caixa. Zapato busca Sapato narra as aventuras deste sapatinho a procura de seu par e os inesperados encontros no seu caminho que começa no México, passa pelo Brasil, até chegar em Moçambique. É uma viagem entre continentes e culturas, uma travessia que o faz conhecer-se a si mesmo.

Zapato Busca Sapato é o encontro de dois grupos dedicados ao teatro para crianças e jovens nas Américas: La Máquina Teatro no México e Trupe de Truões no Brasil, adicionado a colaboração dramatúrgica de Rogério Manjate, poeta, escritor e ator de Moçambique, e direção de Clarissa Malheiros (La Máquina Teatro – México). Juntos os dois grupos fizeram temporadas no Brasil e no México, e participaram do 19º Congresso Mundial da ASSITEJ (Associação Internacional de Teatro para Infância e Juventude), realizando 4 sessões do espetáculo em maio de 2017, em Cape Town, na África do Sul. Os dois grupos seguem com suas montagens, uma brasileira e outra mexicana.

Espetáculos Infantis - Terça, 16 Março 2021 16:06

Vagor & Bellavita

Vagor & Bellavita” é a história de dois palhaços que vivem às margens da sociedade. É uma homenagem ao cinema mudo e a seus vagabundos. Entre acrobacias cômicas, latas que se transformam em pernas de pau, e objetos que viram melodia, estes dois nos contarão a própria história com o riso e a poesia.. Narra uma fábula sobre o poder da amizade e da fantasia. É um pretexto para falar do espírito de grupo e da importância em acreditar nos próprios sonhos. Uma metáfora de quando uma ação criativa pode transformar nossas vidas.

Espetáculos Infantis - Terça, 16 Março 2021 16:03

Um Golinho Só

Esta é a história da Vila da Pedra Quebrada, um vilarejo onde a água do riachinho que outrora era cristalina e abundante, passou a ser suja e escassa. Tudo aconteceu após a chegada dos gigantes gananciosos, que com seus corações moldados pela doença do tudo querer, deixaram a Vila seca e calada onde a vida resiste só de golinho em golinho. Mas, tal como dizem os antigos habitantes do lugar, resta acreditar como o dia vem após a noite, que a serpente vai sair da terra e a água do chão vai brotar.

A Cia Cornucópia de Teatro através do espetáculo Um Golinho Só desenvolve uma pesquisa ligada ao elemento ÁGUA e edifica uma dramaturgia que investiga poeticamente a predação deste recurso natural. Um Golinho Só passeia pelos inúmeros “causos” que as águas guardam. Nas voltas que a vida dá, uma mulher sábia, dois pescadores e uma serpente mítica se entrelaçam para trazer à tona a ligação do humano com elementos transcendentais que edificam e dão sentido ao viver. Convidamos o público com o canto do coletivo para chamar a responsabilidade de cada um. O espetáculo tem duração de 50 minutos e é indicado para toda a família.

Espetáculos Infantis - Terça, 16 Março 2021 16:00

Rio que Passa Lá

Através de lendas nascidas nas curvas do seu leito, a peça trás o rio Tietê como um viajante que lança à humanidade um pedido de socorro. Como um mendigo, é ignorado por muitos e merecedor da piedade de outros, mas é no encontro com uma índia que ficará claro que a água limpa é o seu verdadeiro tesouro. Para alegrar, essa fábula é salpicada por festas, danças, músicas e elementos do folclore que vive onde o rio passa como o Samba-lenço, a Catira, o Cururu e o Encontro de batelões. A trilha composta especialmente para a peça tem como base os ritmos tradicionais de São Paulo.

E se um dia o Rio Tietê começasse a falar? O que ele diria? Explicaria por que resolveu ir pelo interior a fora ao invés de ir para o mar como os outros rios? Reclamaria de como anda doente em algumas cidades e saudável em outras? Ou contaria muitas de suas histórias, como aquelas vividas por homens em busca de ouro? Contaria algumas histórias terríveis, outras assustadoras? Sim, falaria disso e muito mais, pois esse rio é um viajante que tudo vê, tudo sente. Está aqui e está lá ao mesmo tempo e tem assunto que não acaba mais. Neste espetáculo o rio toma a forma de um viajante para falar com o homem de igual para igual. E revivendo suas lendas recobra suas forças e nos leva a descobrir que a própria água é o maior tesouro de nosso planeta. E para alegrar, essa fábula é salpicada por festas, tradições, danças típicas, músicas e elementos do folclore de várias cidades que são banhadas pelo rio Tietê, como o “samba-lenço”, a “catira”, o “cururu”, o “encontro de batelões” e a música indígena. A trilha do espetáculo foi composta a partir dos ritmos tradicionais do estado de São Paulo, sobretudo a “moda de viola” e o “samba-lenço”, sem deixar de prestigiar ritmos universais como o reague, ou brasileiríssimos como o frevo e o choro. Tudo isso dialogando em alguns momentos com a música eletrônica. As canções são todas executadas ao vivo, porém, em uma experiência inédita para o grupo Último Tipo, são usadas trilhas gravadas durante alguns textos e transições. Todas as músicas são autorais e inéditas, exceto uma que é tupi-guarani. A produção de materiais de cena, cenário e figurinos, como em todos os outros trabalhos do grupo, foi criado com materiais descartados, prezando a reciclagem e o reaproveitamento.

Baseado numa história real, o espetáculo conta as aventuras de Abou, um menino africano que foi encontrado dentro de uma mala tentando entrar no continente europeu. Ao som de tambores e violão, quatro atores contam a história deste menino refugiado que, junto com sua mala Ilê - companheira, abrigo e animal de estimação - enfrenta dificuldades com criatividade e coragem.

O circo sem teto da lona furada dos Bufões é uma comédia musical infantil que retrata a história de um circo mambembe nordestino tentando sobreviver no midiático mundo contemporâneo. Os palhaços “Bufão”, “Panfeto” e “Pafim”, regem a charanga tocando instrumentos exóticos ao vivo, fazendo gags, brincando com a plateia num tom despojado e teatral. Canções, palhaçadas, piruetas, mágicas, pernas de pau e outras “cositas”. A trupe faz de tudo para que a magia e a beleza do circo não cheguem ao fim, mesmo quando as atrações não passam de uma grande furada!

O trio do Etc e Tal esmiúça esta história de um Alfaiate que esbraveja sua valentia ao matar sete insetos pousados em sua refeição, num reino onde seres fantásticos apavoram a Vila Central. A notícia se espalha até chegar ao Rei. Este, manda trazer o alfaiate, certo da existência de um grande herói, para a missão desafiadora de livrar o reinado dos diversos temidos e surpreendentes problemas da realeza. Distraído pela própria interpretação dos fatos e pela astúcia do Monarca, o Alfaiate costura inusitadas soluções para as tarefas designadas.

JOÃO O ALFAIATE – UM HERÓI INUSITADO

Novo espetáculo do ETC E TAL Décimo espetáculo de repertório ativo MELHOR ESPETÁCULO 2018 – PRÊMIO ZILKA SALLABERRY TEATRO INFANTIL RJ 22 indicações a Prêmios de Teatro para Infância e Juventude ?PRÊMIO ZILKA SALLABERRY DE TEATRO INFANTIL RJ 2018 MELHOR ESPETÁCULO + MELHOR ATOR + MENÇÃO HONROSA VISAGISMO 07 indicações (Espetáculo , Autor, Diretor, Ator, Ator coadjuvante, Cenário e Visagismo) ?PRÊMIO SÃO PAULO DE INCENTIVO AO TEATRO INFANTIL E JOVEM 2017 MELHOR ATRIZ COADJUVANTE (Melissa Teles-Lôbo) 05 Indicações (Ator, Atriz Coadjuvante, Ator coadjuvante, Visagismo e Cenário) ?PRÊMIO CBTIJ- CENTRO BRASILEIRO DE TEATRO PARA INFÂNCIA E JUVENTUDE / RJ 2017 Vencedor de Melhor Visagismo (Cleber de Oliveira) 06 indicações (Ator, Ator coadjuvante, Preparador Corporal, Visagismo, Cenário e Programação Visual) ?PRÊMIO BOTEQUIM CULTURAL / RJ 2017 04 indicações (Espetáculo, Direção, Ator e Ator coadjuvante) Com atuação do trio de cômicos cariocas do ETC E TAL e direção de Alvaro Assad, a nova e premiada montagem do grupo revisita de forma inventiva um clássico dos irmãos Grimm mesclando pantomimas e histrionismo verborrágico. João o Alfaiate – Um herói Inusitado - é uma adaptação do Etc e Tal para o conto recolhido pelos irmãos Grimm no livro ´Contos para a Infância e o Lar´, em que os autores compilam clássicos da tradição oral ocidental para crianças e jovens. Em cena, o trio de atores do Etc e Tal esmiúça esta história do pequeno Alfaiate que esbraveja para o mundo sua valentia ao matar sete insetos pousados em sua refeição, num reino onde seres fantásticos apavoram a Vila Central. A notícia se espalha até chegar ao Rei; este, manda trazer o pequeno alfaiate, certo da existência de um grande herói, para a missão desafiadora de livrar o reinado dos diversos "temidos inesperados surpreendentes problemas reais". Sem ter tempo de saber do que se trata, o Alfaiate se vê diante da missão. Distraído pela própria interpretação dos fatos e pela astúcia do Monarca, costura soluções nas situações diante das tarefas designadas para ele. Este clássico recolhido pelos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm ganha versão ágil na proposta de encenação para todas as idades do grupo carioca ETC E TAL. O mais novo trabalho para ampliar e aprofundar o repertório ativo da companhia. Desta vez, fazendo chegar ao público uma profusão de cenas cômicas mesclando pantomimas, cenas farsescas, truques de magia, uso de pinturas de arte com engenhocas cênicas, para levar adultos e crianças ao mundo da alfaiataria que nos costura o inusitado-herói. ETC E TAL parte em uma pesquisa das telas de fundo teatrais, que foram tradição nos teatros da década de 40; fazem a releitura desse contexto, trazendo pra cena uma característica em que a mímica possibilita transformar em tridimensão os desenhos que estão bidimensionais propostos por esta estética de cenário. Jogando mais uma vez com a desconstrução romântica dos estereotipados “mundo das fadas” muito popularizada pelas animações cinematográficas, e mesclando diversas versões das histórias perpetradas pela literatura e tradição oral, os atores desvelam de forma criativa o jogo entre a palavra, o gesto e a ludicidade temática do protagonista, convidando adultos e crianças a mergulhar num universo diferenciado da experiência teatral. A peça é conduzida pelo trio de atuadores cômicos do ETC E TAL - Alvaro Assad, Marcio Moura e Melissa Teles-Lôbo. Conta com a direção e preparação mímica de Alvaro Assad (diretor de todos os espetáculos do carioca Etc e Tal, assim como dos paulistas "A Noite dos Palhaços Mudos"/LaMinima e Os MeQueTreFe/Parlapatões). A trilha original de Joaquim de Paula, pontua toda trama mesclando onomatopéias, efeitos sonoros, melodias compostas para o desenho de cena (como em desenhos animados), onde ricamente pontuam e coreografam a ação. Os figurinos de Flavio Souza desconstroem as figuras de cena do tradicional e mergulham no universo onírico de sobreposição de tons neutros que fazem os corpos dos atores saltarem das telas. O desenho de luz de Aurélio Oliosi ambienta a cena e abusa da metalinguagem, convidando o público a ficar atento ao jogo teatral. Pela primeira vez os atuadores contam com o estudo de visagismo criado por Cleber de Oliveira e que ousa transformar as figuras através de recursos de maquiagem, cabelos e próteses. E finalmente o cenário de onde partiu a premissa de ambientação para o espetáculo, um trabalho de produção artística de Raquel Theo que coloriu e formatou desenhos de Tarcísio Zanon pensados e laborados exclusivamente para concepção do grupo dessa "caixa de costura” repleta de surpresas. FICHA TÉCNICA Concepção Cênica e Texto Original: Alvaro Assad, Marcio Moura e Melissa Teles-Lôbo Atuação: Alvaro Assad, Marcio Moura e Melissa Teles-Lôbo Direção e Preparação Mímica: Alvaro Assad Música Original: Joaquim de Paula Figurinos: Flavio Souza Visagismo (maquiagem, cabelos e próteses): Cleber de Oliveira Desenho de Luz: Aurélio Oliosi Desenho de Arte (Painéis do Cenário): Tarcísio Zanon Colorização dos Paineis do Cenário e Arte Cenográfica: Raquel Theo Cenotécnia e Adereços: Rafael Bis Bis e Raquel Theo Assistência de Figurinos e Cenários: Anna Fernanda Bonecos de Espuma: Marcos Monte Mini cases de Proteção para Adereços e Visagismo: Arise Assad. Operação de Luz e Som: Fernanda Sabino Apoio Operacional, Montagem e Registro: Levi Leonardo Produção Executiva: Lu Altman Assessoria de Imprensa: Alexandre Aquino Livre inspirado na obra recolhida pelos Irmãos Grimm “João Mata Sete” Realização: Centro Teatral e Etc e Tal Duração: 50 minutos Classificação LIVRE Indicado acima de 05 anos SOBRE O ETC E TAL Ao longo dos 26 anos o ETC E TAL é reconhecido nacionalmente pelo rigor técnico e pela elaboração e aprofundamento de sua “linguagem de cena” que originou a montagem de 10 espetáculos que integram até hoje o repertório: Fulano & Sicrano; Victor James; Onipotência do Sonho; De Férias no Sítio; O Macaco e a Boneca de Piche; No Buraco; ¿Branca de Neve?; Draguinho; O Maior Menor Espetáculo da Terra e “João o Alfaiate – um herói inusitado” Os espetáculos têm bases temáticas distintas entre si e ancorados no profundo domínio da interpretação. Em comum evidenciam a matriz focada na comicidade física e rigor estético. Com um repertório voltado para diferentes tipos de público: adultos, crianças e jovens, sempre ampliando o alcance da linguagem e prezando pela excelente comunicabilidade com o espectador. O ETC E TAL é um dos poucos grupos brasileiros de trabalho continuado que investe nas inúmeras possibilidades da mímica, que tem conseguido aliar pesquisa artística e auto sustentabilidade no cenário teatral nacional, imprimindo uma linguagem própria e aprofundada sobre a mímica e a comicidade, sem perder o que mais se preza no fazer teatral: a relação empática com a plateia. Por ser uma técnica pouco difundida e de grande rigor estilístico, o ETC E TAL tem conquistado o respeito e a admiração de público e crítica por todo país como um núcleo artístico que alia virtuosismo, presença cênica e contemporaneidade no seu fazer teatral

Espetáculos Infantis - Terça, 16 Março 2021 15:44

Cabaré da Mafalda

O Cabaré da Mafalda é um espetáculo de resgate das gags do Circo tradicional num ambiente que sugere um circo e ao mesmo tempo um cabaré cômico. O Espetáculo é feito em rua, praça, espaços alternativos, o que possibilita uma formação de público para a linguagem do circo. A estrutura do espetáculo lembra o interior de um circo, mas está aberto sem a lona o que permite o trânsito do público nos mais diversos níveis da encenação. Na sequência do espetáculo temos números clássicos, cenas cômicas musicais e cenas de habilidades circenses. Na grande maioria o público é convidado a participar, formando com isso uma interação que completa os espetáculos desta linguagem.

Neste espetáculo a Cia de Teatro São Genésio conta a história de uma Cigarra cantora: artista que canta e encanta a todos é muito carismática e vive para a música. Outra personagem a formiga operária vive em função de garantir sua sobrevivência futura, não tem glamour e não se preocupa com a vida social. Ela trabalha feliz e nem percebe que sua alegria em trabalhar é justamente por conta das músicas que ouve diariamente executadas pela dupla Cigarra e Louva Deus. Todos levam suas vidas separadamente, cada uma com suas convicções e ilusões, até que seus destinos se cruzam quando percebem que suas rotinas estão sendo alteradas devido a falta de água no jardim em que vivem. A Formiga acusa a Cigarra de ser fútil, preguiçosa e esbanjadora de água. A Cigarra critica a Formiga, achando seu trabalho desnecessário. Depois de muita discussão, trapalhadas e brincadeira, todos percebem a importância e necessidade do trabalho operário e artístico.

 “A história da Cigarra e a Formiga”

Peça infantil, musicada, onde o texto e as músicas, compostas exclusivamente para a peça, contam a história do encontro entre uma Formiga operária e uma dupla de insetos artistas: uma Cigarra e um Grilo (que pensa que é um Louva Deus). O conflito se dá pelas diferenças existentes entre as personagens e se inicia com uma questão: cantar é profissão ou não?

Na história inspirada em “A Cigarra cantora e a Formiga operária” de La Fontaine, se mantém as duas personagens originalmente criadas e surge a terceira personagem “O Grilo” – músico profissional que com seu violão toca todas as músicas da peça ao vivo.

 O espetáculo tem início com a trupe dos contadores e cantadores de histórias que viajam levando as histórias por toda parte.  Com muito humor a trupe se apresenta e ao iniciar a narração da história vão se transformando por meio da composição das personagens que cada um irá interpretar.

Após esta breve abertura, coloca-se o público no contexto da história, onde existe uma Cigarra cantora: uma artista que canta e encanta a todos é muito carismática e vive para a música. Outra personagem a formiga operária vive em função de garantir sua sobrevivência futura, não tem glamour e não se preocupa com a vida social. Ela trabalha feliz e nem percebe que sua alegria em trabalhar é justamente por conta das músicas que ouve diariamente executadas pela dupla Cigarra e Louva Deus.

Todos levam suas vidas separadamente, cada uma com suas convicções e ilusões, até que seus destinos se cruzam quando percebem que suas rotinas estão sendo alteradas devido a falta de água no jardim em que vivem. A Formiga acusa a Cigarra de ser fútil, preguiçosa e esbanjadora de água. A Cigarra critica a Formiga, achando seu trabalho desnecessário.

 

Depois de muita discussão, trapalhadas e brincadeira, todos percebem a importância e necessidade do trabalho operário e artístico.

Nesta montagem a Cia conta com a direção da atriz e pedagoga Rita Oliveira, que há vinte anos atua em espetáculos direcionados ao público infantil, é brinquedista e pós graduada em educação infantil, pela Esab. 

As músicas criadas exclusivamente para a peça são de Giliard Sartori, músico que já compôs trilhas para vários espetáculos infantis e dois curtas metragens.

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