Gandhi anuncia o início de mais um jejum para despertar a consciência dos líderes do Ocidente e do Oriente para que eles inspirem uma conduta ética e contínua. O jejum que ele propõe é que os povos deixem de se alimentar com pensamentos desequilibrados, preconceitos e sentimentos sombrios. Ele convida a platéia a fazer uma longa e sensível reflexão sobre a liderança, a não-violência e introduz princípios ético-filosóficos nas relações humanas, falando sobre liderança, integração, cooperativismo e amor.

O monólogo Gandhi – a ética Inspiradora foi originalmente concebido para abertura de um evento sobre recursos humanos (Fórum Líder RH) realizado em São Paulo, em junho de 2003. A apresentação foi tão bem sucedida que o monólogo se mantém até hoje com poucas alterações. A força desse personagem revela o crescente movimento, não apenas no ambiente corporativo, mas da sociedade em geral, pela introdução de princípios ético filosóficos nas relações humanas. Gandhi materializa uma nova consciência. Sua liderança nunca se baseou em autoridade ou coação. Acreditava que somente poderia pedir para as pessoas aquilo que ele mesmo pudesse fazer. Sabia que sua liderança viria do exemplo e do serviço. E os resultados simplesmente aconteceram. A força e a intensidade da sua biografia fizeram com que o espetáculo seguisse outros rumos, extrapolando as fronteiras do mundo corporativo. Temas como o amor, a solidariedade, a conduta ética, a firmeza de propósitos, procurando sempre mostrar como pequenas atitudes podem construir um ser humano extraordinário. Afinal, a trajetória de Gandhi impressiona não somente pelos grandes feitos, mas principalmente por sua humanidade. O monólogo já foi apresentando em mais de 50 empresas, além de diversas instituições educacionais, teatros e centros de cultura, tanto no Brasil como no exterior, ONGs, TED, etc. Já esteve presente em quase todos os estados brasileiros, além de países como Índia, Inglaterra, Suíça, Alemanha, Portugal, Moçambique e Áustria. O espetáculo é atual, não apenas pelo tema, mas principalmente pelo que o país e o mundo passam, com a falta de empatia, solidariedade e comunicação não-violenta. Apresentar Gandhi é despertar na população a consciência da importância da cultura de paz, nosso maior bem e tão importante em tempos atuais. Queremos que essa chama da paz seja mantida acesa em todos os locais por onde passa o espetáculo, causando profundo impacto social e reflexivo. Premiação: 2° melhor espetáculo no Festival de Monólogos de Mogi das Cruzes – 2009.

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